O Alavancagem Brasil surgiu em 2025 de uma conversa simples entre três profissionais de finanças que sentiam falta de um espaço editorial focado na estrutura por trás dos números. Não faltam portais que cobrem cotação, resultado trimestral e movimentos de mercado. O que escasseava era análise acessível sobre dívida, custo de capital e a forma como empresas organizam seu passivo para financiar crescimento — ou sobrevivência.

O que publicamos

Nosso foco editorial está em três eixos: estrutura de dívida (perfil de vencimentos, tipos de instrumento, covenants), custo de capital (taxa efetiva, reprecificação, impacto no fluxo de caixa) e alavancagem operacional (relação entre custos fixos, margem e sensibilidade da receita). Publicamos análises, não recomendações de investimento.

Cada texto passa por revisão editorial antes de ir ao ar. Priorizamos clareza sobre jargão, contexto brasileiro sobre modelos importados e honestidade sobre limitações — quando não temos dado, dizemos.

Quem escreve

Paulo Mendes cobre mercado de capitais e estrutura de dívida corporativa. Passou oito anos em mesa de crédito antes de fundar consultoria independente. Formado em economia pela USP.

Renata Oliveira escreve sobre indústria e estrutura de custos. Trabalhou como analista de equity research e hoje se dedica ao jornalismo financeiro com foco em setores intensivos em capital.

Gustavo Ferreira traz a perspectiva de quem esteve do outro lado da mesa — foi CFO de empresa de infraestrutura por 15 anos. Escreve sobre estratégia corporativa e governança financeira.

Como nos financiamos

O Alavancagem Brasil é financiado por publicidade contextual e parcerias editoriais pontuais. Não vendemos recomendações, não aceitamos pagamento por cobertura e não temos vínculo com corretoras ou gestoras. Quando uma parceria existir, ela será identificada claramente no texto.

Compromisso com o leitor

Acreditamos que informação financeira de qualidade deve ser compreensível para quem não tem MBA. Nosso público inclui gestores de PME, analistas em formação, jornalistas que cobrem economia e leitores curiosos que acompanham balanços por conta própria.

Se encontrar erro factual em qualquer publicação, escreva para [email protected]. Corrigimos com transparência — veja nossa política editorial para detalhes.